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Desapropriação de 220 áreas para VLT deve custar R$ 42 milhões

Relatório parcial feito pela empresa de consultoria KPMG estima que sejam gastos pouco mais de R$ 42 milhões em indenizações. Antes disso, no entanto, o consórcio construtor precisa apresentar os projetos executivo e de desapropriação.

Até o momento, o quadro é de 138 áreas liberadas e 220 pendentes, com dois pontos críticos: ponte do rio Coxipó e também a área localizada no Centro Histórico.

No estudo, tanto o governo quanto o Consórcio VLT dividem as responsabilidades sobre o atraso nas desapropriações, sendo atribuído 68% de responsabilidade ao primeiro e 32% ao segundo. “Isso mostra que a gestão passada foi irresponsável no acompanhamento da execução desta obra. Já estamos buscando a responsabilização dos ex-gestores”, afirmou o procurador-geral Patryck Ayala.

A KPMG ainda destaca que é fundamental que a Secretaria de Cidades (Secid), em conjunto com o consórcio e a fiscalização, elaborem um plano de gerenciamento de riscos, completo e estruturado, conforme as boas práticas de gerenciamento de projetos.

Quanto ao atraso nas obras, o estudo destaca que parte dele ocorreu pela baixa produtividade nas desapropriações, visto que foram executadas sem projeto. Outro item destacado é a não realização da obra em três turnos, como previsto em contrato. Em outros casos, frentes de obras que não dependiam de desapropriações não foram iniciadas.

 

Jornal Folha do Estado de Mato Grosso

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