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Desapropriação de 220 áreas para VLT deve custar R$ 42 milhões

27/01/2016

Relatório parcial feito pela empresa de consultoria KPMG estima que sejam gastos pouco mais de R$ 42 milhões em indenizações. Antes disso, no entanto, o consórcio construtor precisa apresentar os projetos executivo e de desapropriação. 

Até o momento, o quadro é de 138 áreas liberadas e 220 pendentes, com dois pontos críticos: ponte do rio Coxipó e também a área localizada no Centro Histórico.

No estudo, tanto o governo quanto o Consórcio VLT dividem as responsabilidades sobre o atraso nas desapropriações, sendo atribuído 68% de responsabilidade ao primeiro e 32% ao segundo. “Isso mostra que a gestão passada foi irresponsável no acompanhamento da execução desta obra. Já estamos buscando a responsabilização dos ex-gestores", afirmou o procurador-geral Patryck Ayala.

A KPMG ainda destaca que é fundamental que a Secretaria de Cidades (Secid), em conjunto com o consórcio e a fiscalização, elaborem um plano de gerenciamento de riscos, completo e estruturado, conforme as boas práticas de gerenciamento de projetos.

Quanto ao atraso nas obras, o estudo destaca que parte dele ocorreu pela baixa produtividade nas desapropriações, visto que foram executadas sem projeto. Outro item destacado é a não realização da obra em três turnos, como previsto em contrato. Em outros casos, frentes de obras que não dependiam de desapropriações não foram iniciadas.

Fonte: Jornal Folha do Estado de Mato Grosso